Após conversa e cobranças da APLB, o Secretário de Finanças de Valença encaminhou ofício garantindo o pagamento da diferença da atualização salarial no dia 01 de junho do corrente ano.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
DIFERENÇA SALARIAL SERÁ PAGA EM 01 DE JUNHO
quarta-feira, 10 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de maio de 2017
quarta-feira, 3 de maio de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
É LUTANDO QUE SE CONQUISTA! SAIU O ENQUADRAMENTO DE 20 PARA 40 HORAS!
A APLB, através de sua luta incansável, alcançou mais uma
vitória!
Foi publicado no Diário Oficial do Município de Valença do
dia 27 de abril de 2017 o Decreto nº 2.444/2017 que altera a carga horária dos
profissionais do Magistério Municipal de 20 para 40 horas semanais, conforme
Portaria nº 228/2016.
Vale ressaltar que a APLB Sindicato Valença sempre se
empenhou e se empenha em favor de seus filiados e demonstra, mais uma vez, a
sua força e espírito de luta.
Valeu a LUTA! Afinal, APLB somos todos nós!
quarta-feira, 29 de março de 2017
CNTE defende perenidade do Fundeb e aperfeiçoamento da sua proposta
- Publicado em Terça, 28 Março 2017 18:15
O secretário de Assuntos Educacionais da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Gilmar Soares Ferreira, participou, na tarde desta terça-feira (28), da audiência pública Fundeb: valorização dos profissionais do magistério e garantia do direito à educação: análise da PEC nº 15 de 2015, na Câmara dos Deputados.
Criado em 2006 para vigorar até 2020, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um fundo que utiliza recursos federais, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para financiar a educação básica no país, incluindo a remuneração dos professores.
Diante da proximidade do fim do prazo, a ideia da Proposta de Emenda à Constituição, de autoria da deputada federal Raquel Muniz e outros, e que tem a deputada Dorinha como relatora na Comissão Especial para debater a matéria, é tornar o fundo perene no texto constitucional.
Em sua exposição, o secretário da CNTE explicou que, decorridos dez anos de vigência do Fundeb, é possível notar a importância do fundo para assegurar as matrículas obrigatórias nas redes de ensino (ao creche ao Ensino Médio), embora 3,8 milhões de crianças e adolescentes ainda estejam fora da escola, e quase 50% das pessoas com 25 anos ou mais de idade sequer concluíram o Ensino Fundamental.
“O Fundeb se afirmou como política de inclusão e capaz de garantir o financiamento mínimo do ponto de vista de todas as modalidades (creches, Educação de Jovens e Adultos etc). Antigamente, existia o Fundef, voltado apenas ao Ensino Fundamental, a básica ficava de fora. O Fundeb, nesse sentido, garante toda a educação básica, mas ainda é insuficiente para segurar o direito à educação nas deficiências de acesso, permanência, necessidade de assegurar a aprendizagem de qualidade e a valorização profissional. É preciso que hoje o Fundeb seja fortalecido do ponto de vista de outras fontes de financiamento, que a União tenha um aporte maior em função das próprias necessidades. Tudo isso exige que o Fundebseja pensado como instrumento de minimização das diferenças regionais”, afirma Gilmar.
Correções no Fundeb
Entre as questões que precisam ser corrigidas no Fundeb, a CNTE defende superar o conceito de investimento mínimo por Custo Aluno Qualidade, elevar a participação da União, criar condições para a regulamentação do piso salarial profissional nacional para todos os trabalhadores em educação, destinação de, no mínimo, 80% das receitas do Fundo para pagamento de pessoal da Educação Básica, garantir o acesso de todas as matrículas obrigatórias, ampliar a educação integral (com mais recursos), corrigir defasagens de acesso da população jovem e adulta e melhorar a qualidade da educação.
Entre as questões que precisam ser corrigidas no Fundeb, a CNTE defende superar o conceito de investimento mínimo por Custo Aluno Qualidade, elevar a participação da União, criar condições para a regulamentação do piso salarial profissional nacional para todos os trabalhadores em educação, destinação de, no mínimo, 80% das receitas do Fundo para pagamento de pessoal da Educação Básica, garantir o acesso de todas as matrículas obrigatórias, ampliar a educação integral (com mais recursos), corrigir defasagens de acesso da população jovem e adulta e melhorar a qualidade da educação.
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