segunda-feira, 27 de abril de 2015

Dia 30 de abril: Greve Nacional dos/as Trabalhadores/as da Educação Básica Pública


COMUNICADO

A APLB SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA – DELEGACIA COSTA DO DENDÊ, ATRAVÉS DE SUA DIRETORIA VEM COMUNICAR QUE NO DIA 30 DE ABRIL DE 2015 ACONTECERÁ PARALISAÇÃO DAS REDES MUNICIPAL E ESTADUAL DE ENSINO EM VIRTUDE DA GREVE NACIONAL DOS/AS TRABALHADORES/AS EM EDUCAÇÃO BÁSICA, CONVOCADA PELA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO (CNTE).

Segundo a CNTE, o ano de 2015 iniciou com os mesmos problemas de sempre na área educacional do País. Faltam professores nas escolas, as salas de aula continuam superlotadas, grande parte dos gestores insiste em descumprir a Lei do Piso Salarial do Magistério, os funcionários da educação não conseguem ter acesso à profissionalização e, quando têm, não são valorizados nos planos de carreira, as escolas se mantêm em estado de penúria – estudos com base nas estatísticas oficiais revelam que menos de 1% delas possuem infraestrutura e equipamentos completos, tais como bibliotecas, laboratórios de informática e ciências, acesso à Internet, salas de aula com projetores, quadras esportivas, sanitários adequados, salas para os profissionais da educação, cantinas salubres e espaços de recreação seguros e compatíveis com as atividades educativas.
Em razão dessas condições prejudiciais à aprendizagem dos estudantes, e pela ausência de ações efetivas dos gestores em melhorar as condições das escolas públicas e a valorização dos/as educadores/as, em muitos lugares, o ano letivo ainda nem começou e em outros ocorrem ou já ocorreram greves da categoria, a exemplo de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Paraíba, Pará, Roraima, Paraná e de várias redes municipais, como João Pessoa-PB, Juiz de Fora-MG, Itaporanga-SE, entre outras. Alguns estados estão em estado de mobilização, podendo deflagrar greves a qualquer momento, como é o caso de Goiás, Alagoas e Amazonas, além do Distrito Federal.
Pauta importante de reivindicação dos/as educadores/as refere-se ao aumento dos investimentos educacionais na proporção de 10% do PIB, ao longo da próxima década – tal como prevê a meta 20 do Plano Nacional de Educação –, o que requer a imediata vinculação de novos recursos para a área, sobretudo dos royalties de petróleo e gás natural que serão destinados a Estados e Municípios pelo regime de partilha do Pré-sal. A CNTE possui minuta de projeto de lei para ser aprovada em todas as Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas do País, a qual destina esses recursos em percentuais similares à Lei Federal 12.858 (75% para a educação pública e 25% para a saúde).
Além da luta por escola pública de qualidade para todos/as e pela valorização dos/as trabalhadores/as em educação – compreendendo a imediata regulamentação do piso salarial e das diretrizes nacionais de carreira para todos os profissionais da educação –, a CNTE e seus sindicatos filiados também lutam pelos direitos da classe trabalhadora, que atualmente têm sofrido ataques sem precedentes na história recente do País.
A alteração nas Medidas Provisórias 664 e 665, que dificultam o acesso ao seguro desemprego, ao abono salarial, ao auxílio doença e às pensões por morte, além da não aprovação pelo Senado do PL 4.330/04, que visa instituir a terceirização ilimitada nas empresas privadas, públicas e de economia mista (Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Correios, empresas de energia elétrica e de saneamento básico, entre outras) são pautas de nossa luta e requerem a máxima compreensão e apoio da sociedade, pois representam sérios riscos para o bem estar futuro do país.
FONTE: www.cnte.org.br

sábado, 18 de abril de 2015

Trabalhadores em Educação de Valença fazem mais um dia de manifestação


Na última sexta-feira (17/04) os Trabalhadores em Educação do município de Valença foram às ruas reivindicar reajuste salarial e melhorias para a educação municipal. 
Entraram na pauta de reivindicações o reajuste salarial dos professores, melhoria das estradas que conduzem os trabalhadores em educação e alunos às escolas do campo, melhoria do transporte escolar e melhorias das unidades escolares.

Quanto ao reajuste salarial, os professores, pedem os seguintes percentuais: 13,01% para o Nível I (de acordo com a lei do Piso Nacional), 10% para o Nível II e 8% para os Níveis III e IV. Porém, a Prefeitura ofereceu apenas 3% para o Nível I, 2% para o Nível II e 1% para o Nível III, sem fazer referência ao Nível IV. Lembrando que o proposto pela Gestão Municipal foi rejeitada pela categoria.
Os trabalhadores em Educação estarão reunidos na Sede Sindical no próximo dia 22 de abril, a partir das 08 horas da manhã, aguardando respostas quanto às suas reivindicações.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Paralisação da Rede Municipal de Valença Continua

Em Assembleia da Categoria no dia 15 de abril, que foi marcada pela mobilização contra o PL 4.330/2004 que trata da terceirização do trabalhadores e pela reivindicação por melhorias salariais dos servidores do magistério, foi definido pela paralisação das atividades nos dias 16 e 17 de abril, com retorno à sede sindical para a realização de assembleia no dia 22 do mesmo mês, ao tempo que nessa mesma assembleia se aguardará resposta do Executivo Municipal com relação à contraproposta da categoria referente ao reajuste salarial.
Caso não haja a apresentação de tal resposta, a categoria decidiu permanecer paralisada até que haja uma definição frente a isso.
Na oportunidade, o presidente da APLB Costa do Dendê, Joilson Amaro, fez uma explanação das lutas da APLB Sindicato e da atual diretoria, travadas nos municípios atendidos pela Delegacia Costa do Dendê e que isso tem que ser levado em consideração. Disse ainda da evolução da carreira do quadro do magistério no município de Valença por conta do empenho da APLB.
Maria Salete Lucena disse que desde o ano de 2011 os professores vem sendo penalizados por conta da estagnação das mudanças de nível e dos enquadramentos de 20 para 40 horas.
Após a Assembleia a categoria foi em caminhada até a Prefeitura de Valença requerendo que uma comissão de negociação, juntamente com a diretoria sindical, fosse atendida pelo Executivo Municipal para tratar das pendências salariais e solicitar resposta quanto a contraproposta enviada pela APLB Sindicato. A reunião terminou sem quaisquer definições de reajuste. A comissão apresentou prazo até o dia 22 de abril para que se apresente tal resposta, deixando claro que em caso negativo a paralisação continuará. 


terça-feira, 14 de abril de 2015

Atendimento Jurídico do dia 15/04 cancelado

 Informamos aos filiados com atendimento jurídico agendado para o dia 15 de abril de 2015 que o mesmo foi cancelado e que estaremos remarcando para o dia 05 de maio.

Mais informações e remarcação de horário, ligue para:

(75) 3641-4884 ou (75) 3641-0924

segunda-feira, 13 de abril de 2015

CNTE convoca paralisação contra o projeto que abre precedente para a ampla terceirização do setor público

Publicado em Sexta, 10 Abril 2015 17:38

A CNTE, na qualidade de entidade filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), convoca seus sindicatos filiados para a mobilização nacional organizada pelas Centrais Sindicais e Movimentos Sociais, nos estados, em defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as brasileiros/as e contra o Projeto de Lei nº 4.330/2004, que impõe a liberalização geral da terceirização para qualquer área, atividade ou setor produtivo das empresas privadas, públicas e de economia mista.
O PL 4.330 representa o maior ataque do setor empresarial contra os direitos da classe trabalhadora na história do país. Além de ampliar os limites da terceirização para as atividades-fim das empresas – contrariando a atual regra que limita a terceirização em atividades-meio –, o Projeto abre precedente para ampla terceirização no setor público (administração direta, autárquica e fundacional).
Estudos revelam que os/as trabalhadores/as terceirizados recebem 25% menos que os contratados diretamente pelas empresas, além de trabalharem, em média, 3 horas a mais. Em função de não receberem formação profissional periódica, os acidentes de trabalho predominam entre os terceirizados.
Atualmente, o Brasil conta com cerca de 12,7 milhões de trabalhadores/as terceirizados/as (26,8% do mercado de trabalho), podendo essa forma de contratação atingir mais de 40 milhões de trabalhadores/as em poucos anos. Ou seja: o Parlamento Nacional está impondo a precarização do trabalho no Brasil em benefício dos lucros das empresas, que financiam campanhas eleitorais e que são representadas por quase metade dos deputados e senadores (a bancada empresarial compreende 45% do Congresso Nacional!).
Diante desse cenário tenebroso, os/as trabalhadores/as em educação se unem à luta dos demais trabalhadores/as contra o PL 4.330/04, e antecipam a resistência da categoria contra a terceirização nas escolas públicas – uma triste realidade em muitos lugares do Brasil –, e também contra a fragilização das carreiras profissionais e da organização sindical, direitos seriamente ameaçados pelo nefasto projeto da terceirização ilimitada.
Brasília, abril de 2015
Diretoria Executiva da CNTE

FONTE: www.cnte.org.br

Atenção para o calendário de mobilização e luta da APLB-Sindicato


No 15 de abril: Dia Nacional de Mobilização das Centrais Sindicais e em defesa de uma educação digna; dia 24, aniversário da APLB-Sindicato e Dia Estadual de Luta pelo pagamento do reajuste linear mais 8,75%, e dia 30 Greve Nacional da Educação, proposta pela CNTE
Após a assembleia em Salvador e às 17 delegacias sindicais no interior do estado, a APLB-Sindicato deliberou as paralisações e a luta pelo cumprimento da pauta de reivindicações.
Importante esclarecer que em Salvador a assembleia contou com a presença de 278 pessoas. Nas assembleias realizadas no interior, a média de público chegou a 2.800 pessoas.
No próximo dia 15, Dia em Defesa da Educação Estadual e Dia Nacional de Mobilização das Centrais Sindicais por uma educação digna, a APLB-Sindicato exige melhorias na educação pública, aprovação do Plano Estadual e dos Planos Municipais de Educação e cumprimento da pauta de reivindicações da categoria, reafirmando a proposta de aumento de 8,75% para os professores da rede pública, sem abrir mão do reajuste linear que é de 6,41%.
A manifestação do dia 15 é também uma resposta às tentativas de retirada de direito e precarização do trabalho. Em Salvador, a APLB, a CTB e as outras Centrais Sindicais se reúnem na Praça do Campo Grande, a partir de 9 horas.
O movimento popular e democrático é principalmente contra o Projeto de Lei 4330/2004, aprovado na noite de quarta-feira (8), pelo Plenário da Câmara dos Deputados. Após 11 anos em tramitação, o texto base da proposta que escancara a terceirização no país de forma irrestrita recebeu 324 votos favoráveis, 137 contra e 2 abstenções.
Dias 24 e 30
Além do dia 15, haverá mais duas paralisações da rede estadual nos dias 24 e 30 de abril.
O dia 24 é a data do aniversário de APLB-Sindicato. São 63 anos de luta. Luta por um ensino público, gratuito, laico, de alta qualidade e digno. O cumprimento da pauta de reivindicações é a principal expressão da manifestação. Destacando o respeito à Lei do Piso Nacional, garantia do reajuste linear (6,41%) mais aumento salarial de 8,75% (acima do percentual inflacionário, retroativo ao mês de janeiro, data-base da categoria); estabelecimento da paridade entre ativos, aposentados e pensionistas, revisão do auxílio-transporte, reajuste do auxílio-alimentação.
A concentração no dia 24 será na Praça da Piedade, em Salvador, a partir de 9 horas.
No dia 30, a paralisação é nacional. A APLB-Sindicato apoia a Greve Nacional da Educação proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), destacando a luta pelo pagamento efetivo do Piso Nacional e lembrando que com corte no orçamento não há pátria educadora, e reafirma os pontos da pauta da campanha salarial da categoria.

FONTE: www.aplbsindicato.org.br

Professores da Rede Municipal de Valença decidem por paralisação

No último dia 10 de abril, os professores da Rede Municipal de Ensino decidiram realizar paralisação das atividades por 24 horas, no dia 15 de abril de 2015.
Tal posição se deu por conta da apresentação da proposta de reajuste salarial, na manhã do dia 10 de abril de 2015, por parte do Executivo Municipal, depois de várias tentativas de negociação, o que levou à rejeição da proposta e insatisfação da categoria. De acordo com tal proposta, os reajustes ficariam definidos da seguinte forma:
  • 3% para o Nível I;
  • 2% para o Nível II;
  • 1% para o Nível III.
Vale ressaltar que a proposta não faz referências ao Nível IV, nem às gratificações e vantagens estabelecidas na Lei Municipal nº 2.164/2011 que dispõe sobre o Plano de Cargos e Carreira dos Professores da Rede Pública Municipal de Ensino de Valença. Contudo, a Assembleia decidiu apresentar contra proposta, incidindo também sobre as gratificações e vantagens e pagamento retroativo ao mês de fevereiro de 2015, onde:
  • 13,01% para o Nível I, de acordo com a Lei do Piso Nacional; 
  • 10% para o Nível II;
  • 8% para os Níveis III e IV.
Além disso, a paralisação atenderá também à convocação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) conta o PL 4.330/2004 que impõe a liberalização geral da terceirização para qualquer área, atividade ou setor produtivo das empresas privadas, públicas e de economia mista.

O dia será marcado pela realização de Assembleia às 08 horas da manhã na sede sindical.